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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <updated>2026-04-22T02:55:42Z</updated>
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    <title>Potencial ornamental e paisagístico de uma bromélia nativa do Cerrado</title>
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      <name>Zucchi, Marcelo Ribeiro</name>
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      <name>Silva, Mayara Wesley da</name>
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      <name>Sibov, Sérgio Tadeu</name>
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      <name>Pires, Larissa Leandro</name>
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    <updated>2021-12-20T18:43:58Z</updated>
    <published>2019-11-18T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Potencial ornamental e paisagístico de uma bromélia nativa do Cerrado
Autor(es): Zucchi, Marcelo Ribeiro; Silva, Mayara Wesley da; Sibov, Sérgio Tadeu; Pires, Larissa Leandro
Abstract: A Bromelia reversacantha Mez é uma espécie endêmica do Domínio Cerrado, para a qual não existem dados publicados sobre a sua potencialidade ornamental. Assim, objetivou-se identificar o potencial ornamental e paisagístico dessa bromélia nativa do Cerrado. Em setembro de 2015, pesquisadores especializados na área de plantas nativas avaliaram as características vegetativas, reprodutivas&#xD;
e estéticas de vinte plantas de ocorrência natural na Reserva Biológica Prof. José Ângelo Rizzo, em Mossâmedes, GO. Em escala de zero a dez, a bromélia recebeu nota média de 7,1 quanto ao aspecto ornamental, sendo de 7,4; 7,3 e 6,6 respectivamente para a planta florida, com frutos, e em estádio vegetativo. O porte vigoroso, o contraste e a coloração das folhas e brácteas, a inflorescência&#xD;
vistosa, as flores e frutos mostraram-se como atributos ornamentais. A Bromelia reversacantha apresenta várias características favoráveis à sua introdução em projetos paisagísticos, sugerindo o uso em jardins, ou ainda como cercas vivas/bordaduras e em vasos; assim como na ornamentação em arranjos decorativos com o uso das inflorescências e cachos de frutos.</summary>
    <dc:date>2019-11-18T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação dos conflitos no uso da terra na bacia hidrográfica do Ribeirão Lamarão, Distrito Federal</title>
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      <name>Souza, João Maurício Fernandes</name>
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      <name>Reis, Elton Fialho dos</name>
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      <name>Martins, Adilson Santos</name>
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      <name>Santos, Antônio Lázaro Ferreira</name>
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    <updated>2021-12-20T18:43:49Z</updated>
    <published>2019-06-30T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Avaliação dos conflitos no uso da terra na bacia hidrográfica do Ribeirão Lamarão, Distrito Federal
Autor(es): Souza, João Maurício Fernandes; Reis, Elton Fialho dos; Martins, Adilson Santos; Santos, Antônio Lázaro Ferreira
Abstract: A falta de estudos e a constante degradação das Áreas de Preservação Permanentes (APPs) têm representado um dos maiores entraves para o planejamento de ações conservacionistas, além de favorecer o uso de&#xD;
estratégias inadequadas de manejo das bacias hidrográficas. Dessa forma, este estudo teve como objetivo,&#xD;
delimitar de maneira automática as APPs, elaborar um mapa de uso da terra e identificar a ocorrência&#xD;
de conflitos no uso da terra, tendo como referência legal, a Resolução nº 303, do CONAMA e o Código&#xD;
Florestal. O estudo foi desenvolvido na bacia hidrográfica do Ribeirão Lamarão, situada no sudeste do&#xD;
Distrito Federal, Brasil. Para a classificação do uso da terra, foi utilizada uma imagem digital do satélite&#xD;
ALOS com resolução espacial de 10 metros, sensor AVNIR – 2, obtida em julho de 2010. A base cartográfica&#xD;
utilizada na obtenção dos dados de relevo e hidrografia foi a em formato digital na escala de 1:10.000. Foram&#xD;
mapeadas sete classes de uso da terra: solo exposto (1,01%); agricultura (50,46%); cerrado ralo (11,28%);&#xD;
cerrado denso (10,45%); pastagem (17,54%); pivô central (7,63%); e nuvens (1,55%). Delimitaram-se as APPs&#xD;
situadas no terço superior dos morros (9,94 km²); nascentes e áreas de contribuição (0,27 km²); margens&#xD;
dos cursos d’água (24,10 km²); perfazendo um total de 34,31 km² (36,85%) da área total da bacia. Não foram&#xD;
identificadas APPs em encostas com declividade superior a 45°. A área de uso indevido correspondeu a&#xD;
21,70 km² (63,24%), sendo as classes agricultura (38,40%) e pastagem (15,32%) as principais ocorrências&#xD;
nessas áreas. Apenas 11,50 km² (33,46%) das APPs estão protegidas por vegetação nativa.</summary>
    <dc:date>2019-06-30T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Biochemical and Biological Properties of Soil from Murundus Wetlands Converted into Agricultural Systems</title>
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      <name>Martins, L. N. B.</name>
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      <name>Santiago, F. L. de A.</name>
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      <name>Montecchia, M. S.</name>
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      <name>Correa, O. S.</name>
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      <name>Saggin Junior, O. J.</name>
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      <name>Souza, E. D. de</name>
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      <name>Paulino, H. B.</name>
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    <updated>2019-10-09T13:26:44Z</updated>
    <published>2019-02-20T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Biochemical and Biological Properties of Soil from Murundus Wetlands Converted into Agricultural Systems
Autor(es): Martins, L. N. B.; Santiago, F. L. de A.; Montecchia, M. S.; Correa, O. S.; Saggin Junior, O. J.; Souza, E. D. de; Paulino, H. B.</summary>
    <dc:date>2019-02-20T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Uso e ocupação do solo e a disseminação da hantavirose na região de São Sebastião, Distrito Federal: 2004 - 2008</title>
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      <name>Santos, J. P. dos</name>
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      <name>Steinke, E. T.</name>
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      <name>García-Zapata, M. T. A.</name>
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    <updated>2019-10-09T13:25:36Z</updated>
    <published>2009-09-16T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Uso e ocupação do solo e a disseminação da hantavirose na região de São Sebastião, Distrito Federal: 2004 - 2008
Autor(es): Santos, J. P. dos; Steinke, E. T.; García-Zapata, M. T. A.
Abstract: INTRODUÇÃO: As hantaviroses apresentam distribuição mundial e constituem importante problema de saúde pública. A epidemiologia da hantavirose no Brasil mostra que vem aumentando a cada ano o número de casos que são notificados e de variantes que têm sido descobertas em diversos estados e no Distrito Federal. Neste contexto, o estudo tem como objetivo principal analisar o uso e da ocupação do solo na disseminação da hantavirose no Distrito Federal, no período de 2004 a 2008. &#xD;
MÉTODOS: Para a realização desta pesquisa, foram utilizados dados epidemiológicos e do uso da terra com fins de elaborar tabelas e cartogramas para detalhar a espacialização da hantavirose no território. &#xD;
RESULTADOS: Dos 40 locais prováveis de infecção (LPIs) plotados no Mapa de Cobertura e Uso da Terra, 19 (47%) ocorreram em áreas de pastagens, 10 (25%) em área urbana (periurbana), 6 (15%) em áreas utilizadas para a agricultura e 5 (12%) em espaços de cerrado. CONCLUSÕES: Sendo assim, as atividades agrícolas e a expansão urbana em direção às áreas de cerrado vêm favorecendo a disseminação da hantavirose no Distrito Federal e em especialmente em São Sebastião.</summary>
    <dc:date>2009-09-16T00:00:00Z</dc:date>
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