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    <title>DSpace Coleção:</title>
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  <item rdf:about="http://jbb.ibict.br//handle/1/692">
    <title>Savanas: demandas para pesquisa</title>
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    <description>Título: Savanas: demandas para pesquisa
Autor(es): Faleiro, F.G.; Farias Neto, A.L.
Abstract: Savanas no mundo: demandas para pesquisa; Conservação da biodiversidade: demandas para pesquisa; Caracterização, uso e conservação do solo e da água: demandas para a pesquisa; Produção agropecuária e florestal: demandas para pesquisa; Impactos dos sistemas de produção e estratégias de mitigação: demandas para a pesquisa; Commodities agrícolas e valoração socioambiental: demandas para a pesquisa; Biotecnologia, transgênicos e biossegurança: demandas para a pesquisa; Agroenergia: demandas para a pesquisa; Sistemas alternativos e diversificados para a produção; Agriculturas de base familiar: demandas para pesquisa; Agricultura de precisão, zoneamento agroambiental e modelagem de sistemas: demandas para a pesquisa; Políticas públicas.</description>
    <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Lavouras transgênicas: riscos e incertezas: mais de 750 estudos desprezados pelos órgãos reguladores de OGMs</title>
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    <description>Título: Lavouras transgênicas: riscos e incertezas: mais de 750 estudos desprezados pelos órgãos reguladores de OGMs
Autor(es): Gilles, F.; Melgarejo, L.; Fernandes, G.B.; Ferraz, J.M.
Abstract: "Este livro tem um formato diferente dos livros convencionais que se propõem a apresentar uma revisão bibliográfica de publicações científicas relativas a determinado tema. Inova ao colocar questionamentos&#xD;
sobre aspectos do debate científico no campo da transgenia para em seguida, apresentar um elenco de referências bibliográficas que contrariam versões desse debate adotadas por agências reguladoras e divulgadas em campanhas de marketing das empresas produtoras de transgênicos. Todas as referências aqui expostas correspondem a estudos publicados por pesquisadores independentes em revistas e periódicos indexados. Esses artigos permitem problematizar aqueles temas examinados, levando em conta argumentos por vezes radicalmente opostos aos produzidos pelas empresas dos setores agroquímico e biotecnológico&#xD;
ou a seu serviço. Pesquisadores, estudantes, formadores de opinião e aqueles alinhados aos grupos que acreditam ou tem interesse em defender a hipótese da ausência de riscos para a saúde e o meio ambiente no uso comercial das plantas transgênicas, terão aqui oportunidade de rever suas opiniões. Aos demais, este documento oferece elementos de suporte para abalizar o debate com os primeiros, ao se tratar de defender os&#xD;
interesses da sociedade, da preservação da natureza e de um modelo agrícola sustentável.&#xD;
A revisão bibliográfica aqui empreendida abrange riscos para a saúde humana e animal, riscos ao meio ambiente, bem como problemas agronômicos ou mesmo socioeconômicos. Entre os exemplos incluem-se evidências de recrudescimento de ataques de insetos resistentes às toxinas Cry1 e multiplicação de populações de plantas ruderais2 tolerantes aos herbicidas. Também são discutidos impactos de toxinas e de agrotóxicos associados às plantas geneticamente modificadas. O livro examina questões de biossegurança focalizando aspectos que têm sido negligenciados pela maioria das agências de avaliação do risco de transgênicos, tais como a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) e seus órgãos de registro e&#xD;
fiscalização, a Anvisa e o Ibama, no caso específico do Brasil. Os elementos aqui expostos em cerca de 750 estudos validados por revistas científicas com conselho editorial mostram claramente que não há consenso na comunidade científica sobre o tema da transgenia e seus impactos. Tal falta de consenso, objeto dos muitos alertas do Grupo de Estudos em Agrobiodiversidade (GEA), ligado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), em suas diversas publicações, seminários e debates ao longo dos últimos dez anos, vê-se agora reforçado pela farta documentação bibliográfica aqui reunida. A iniciativa desse livro, por seu ineditismo, cumpre portanto papel de interesse público ao chamar atenção para as responsabilidades difusas na sociedade, porém concentradas na CTNBio e no Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS), a quem caberia revisar o embasamento científico adotado por aquela Comissão, cujos pareceres tem sido reiteradamente favoráveis aos pleitos das empresas desenvolvedoras de transgênicos. Assumindo um consenso que inexiste no meio científico, esses pareceres ampliam a magnitude dos riscos a que se submetem a população e os biomas brasileiros, desconsiderando-se o Princípio da Precaução e comprometendo a credibilidade do governo e suas instituições. Assim, infelizmente, não é apenas a Ciência que é prejudicada pelo obscurantismo científico." (GRUPO DE ESTUDOS EM AGROBIODIVERSIDADE GEA/NEAD/MDA, 2015.)</description>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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