<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <channel rdf:about="http://jbb.ibict.br//handle/1/176">
    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://jbb.ibict.br//handle/1/176</link>
    <description />
    <items>
      <rdf:Seq>
        <rdf:li rdf:resource="http://jbb.ibict.br//handle/1/1205" />
      </rdf:Seq>
    </items>
    <dc:date>2026-04-20T04:29:27Z</dc:date>
  </channel>
  <item rdf:about="http://jbb.ibict.br//handle/1/1205">
    <title>Walking ethnography e entrevistas na análise de experiências estéticas no Cerrado</title>
    <link>http://jbb.ibict.br//handle/1/1205</link>
    <description>Título: Walking ethnography e entrevistas na análise de experiências estéticas no Cerrado
Autor(es): Iared, V. G.; Oliveira, H. T. de.
Abstract: Pautado na fenomenologia-hermenêutica, o estudo se propõe a comparar e discutir diferentes possibilidades para coleta de dados durante uma pesquisa que procurou compreender, em profundidade, o significado da experiência estética para um grupo de dezessete pessoas em relação ao Cerrado. Essas possibilidades surgiram em decorrência da preocupação em responder à questão de pesquisa, em que as pesquisadoras buscaram dialogar com outras opções teórico-metodológicas. Sendo assim, o estudo se embasou em leituras clássicas como Merleau-Ponty e Gadamer e, gradativamente, ampliou-se o escopo teórico, incorporando autores(es) contemporâneos como Sarah Pink e Tim Ingold. Logo, o artigo apresenta as limitações e potencialidades de dois tipos de coleta de dados – walking ethnography e entrevistas – como possibilidades metodológicas para compreender a experiência estética desse grupo no Cerrado. Baseado em um paradigma interpretativo, o objetivo do presente artigo é tecer considerações sobre a potencialidade de se ampliar o diálogo com outras perspectivas metodológicas a fim de proporcionar maior consistência para a investigação. Identificou-se que as entrevistas e o walking ethnography forneceram diferentes perspectivas e foram complementares. Considerou-se, então, que a entrevista possibilitou conhecer as memórias de infância, histórico de envolvimento ético e político dos(as) participantes, enquanto que o foco do walking ethnography residiu nas práticas corporais e multissensoriais no Cerrado. As respostas afetivas testemunhadas durante o walking ethnography foram consideradas elementos fundamentais para a compreensão da experiência em uma abordagem fenomenológica e ampliaram as possibilidades de análise do presente estudo.</description>
    <dc:date>2016-08-10T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
</rdf:RDF>

