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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://jbb.ibict.br//handle/1/567</link>
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    <pubDate>Sat, 04 Apr 2026 13:27:47 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-04T13:27:47Z</dc:date>
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      <title>Percepções sobre o desaparecimento das sementes crioulas na Comunidade no Sertão – Alto Paraíso de Goiás</title>
      <link>http://jbb.ibict.br//handle/1/1285</link>
      <description>Título: Percepções sobre o desaparecimento das sementes crioulas na Comunidade no Sertão – Alto Paraíso de Goiás
Autor(es): Bernardes, S. de A.
Abstract: Durante o curso de Pós-graduação em Sociobiodiversidade e Sustentabilidade no Cerrado foram levantadas questões relacionadas à Sociobiodiversidade dando ensejo para que o tema proposto nesta monografia fosse desenvolvido. As experiências vividas durante o percurso acadêmico da pesquisadora que é moradora da comunidade do Sertão desde os 4 anos de idade levaram a escolha do objeto desta pesquisa que possui um contexto sociocultural e econômico que ao ser delineado permite o levantamento da seguinte problemática: sendo a comunidade do Sertão composta em sua maioria por famílias de agricultores há várias gerações, que impactos esta comunidade sofreu e/ou sofre com o desaparecimento gradativo das sementes crioulas? Sendo assim o objetivo geral desta pesquisa é sistematizar percepções da comunidade do Sertão sobre o desaparecimento das sementes crioulas. Diante de todo o contexto agrícola em que se encontra o país justifica-se o presente estudo, visto que a comunidade do Sertão é formada por famílias de agricultores há várias gerações, e têm em seu seio sementes crioulas que se preservadas e valorizadas de forma correta propiciariam a Segurança Alimentar e Nutricional das famílias da comunidade e quem sabe de parte do próprio município, ainda que em pequena escala. A pesquisa desenvolveu-se por meio da abordagem qualitativa, pelo viés etnográfico associado à pesquisa etnográfica temos a história de vida e como técnica a história oral para a coleta de dados. Após a análise de dados concluí que apesar das percepções entre as faixas etárias terem algumas semelhanças, fica nítido que cada geração com seu contexto próprio percebe e vincula o desaparecimento de variedades de sementes por uma ótica diferente. É fato que muitas espécies de sementes crioulas não são mais encontradas na comunidade, no entanto conforme levantamento realizado ainda existem muitas variedades que podem ser multiplicadas e que podem também serem organizadas numa futura proposta de banco de sementes móvel, já as espécies que não existem mais na comunidade podem ser resgatadas se forem encontradas em feiras e mesmo em outras localidades rurais próximas, e neste caso se faz necessário que se articulem propostas neste sentido e também após o resgate das espécies da semente sua multiplicação. Outro ponto levantado é a possibilidade de se trabalharem atividades teóricas e praticas na escola sobre esta temática.</description>
      <pubDate>Mon, 25 Feb 2019 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2019-02-25T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Do Cerrado para a mesa: articulando agricultura familiar com alimentação escolar pelas frutas nativas</title>
      <link>http://jbb.ibict.br//handle/1/1272</link>
      <description>Título: Do Cerrado para a mesa: articulando agricultura familiar com alimentação escolar pelas frutas nativas
Autor(es): Lulkin, C. I.
Abstract: O Cerrado, segundo maior bioma brasileiro, berço de nascentes e rios de importantes bacias hidrográficas e com a maior biodiversidade de espécies, vem sofrendo profunda pressão ambiental pelo modelo econômico adotado pelo País, o binômio soja-gado. A monocultura de soja se vale de queimadas, maquinário pesado, fertilizantes sintéticos e agrotóxicos, sementes transgênicas e uso abusivo de reservas de água, devastando e empobrecendo o solo e expulsando habitantes do território também às voltas de Alto Paraíso de Goiás. O objetivo desta pesquisa é a introdução das Frutas Nativas do Cerrado na Alimentação Escolar em Alto Paraíso de Goiás, como forma de manter o Cerrado em pé. A metodologia, baseada na pesquisa ativa que envolve diversos atores, parte da conscientização da Secretaria de Educação para a compra desses alimentos dentro da Chamada Pública da Agricultura Familiar, realizada em abril de 2018, incluindo agricultores já sensibilizados para uma transição agroecológica, organizados na Cooper Frutos do Paraíso. O segundo passo foi sugerir o uso desses frutos às merendeiras e a orientação do valor nutricional. O terceiro foi estimular professores e alunos para o estudo destas frutas. O quarto passo foram entrevistas com professoras, merendeiras, alunos e consumidores da feira sobre a presença dessas frutas em suas vidas; o quinto passo foi aprofundar o estudo dos valores nutricionais e funcionais destas frutas. Os resultados esperados vêm acontecendo neste primeiro semestre de 2018, com a compra de farinha de jatobá e baru produzidos na região rural, utilizados na criação de bombons com farinha de jatobá e gergelim na Páscoa em duas escolas, a qualificação da alimentação nas escolas com as merendeiras criando pães, bolos, farofas com farinha de jatobá e baru; o livro criado na Escola Municipal Zeca de Faria, onde duas turmas de 5º. ano apresentaram o livro de receitas “Do Cerrado para a Mesa” e entrevistaram suas famílias sobre histórias e/ou peculiaridades dessas frutas. E o fortalecimento da Cooperativa que ganhou o PAA em junho de 2018, podendo integrar estas frutas na sua lista de alimentos. Muitas pesquisas que estão publicadas clamam por mais vozes contra a insana monocultura que devasta florestas alimentícias e que dilapida comunidades que sempre viveram em sintonia com este bioma e que propõe a presença das frutas nativas na alimentação escolar, mas que ainda não conseguiram uma metodologia que alcance estes resultados.</description>
      <pubDate>Tue, 09 Jul 2019 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2019-07-09T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Pequi : cultivo, caracterização físico-química e processamento</title>
      <link>http://jbb.ibict.br//handle/1/1241</link>
      <description>Título: Pequi : cultivo, caracterização físico-química e processamento
Autor(es): Rigueira, J. A.
Abstract: O pequi é uma fruta nativa do Cerrado brasileiro. Ele possui grande importância econômica para as populações que dele dependem, pois elas o comercializam e o utilizam como fonte de alimento para sua sobrevivência.O cultivo desta fruta ainda não foi domesticado, ou seja, ainda não foi possível seu cultivo em lavoura. A maior parte de sua produção resulta do extrativismo, sendo que sua frutificação ocorre de outubro a março. O pequizeiro, da mesma forma que qualquer árvore frutífera, pode ser atacado por pragas em qualquer fase do seu desenvolvimento, afetando mudas, folhas, troncos e os frutos, provocando queda, apodrecimento ou manchas nos frutos e até mesmo a morte da planta. Além de ser uma fruta altamente calórica e rica em algumas vitaminas e minerais, o pequi é consumido sob as mais diversas formas e sabores sendo muito versátil na culinária da população do Cerrado.</description>
      <pubDate>Thu, 07 May 2009 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2009-05-07T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Aspectos toxicológicos das plantas medicinais utilizadas no Brasil : um enfoque qualitativo no Distrito Federal</title>
      <link>http://jbb.ibict.br//handle/1/1239</link>
      <description>Título: Aspectos toxicológicos das plantas medicinais utilizadas no Brasil : um enfoque qualitativo no Distrito Federal
Autor(es): Castro, D. L. L. e
Abstract: Plantas medicinais são vegetais utilizados com fins terapêuticos; usa-se uma ou várias de suas partes, cada uma com propriedades específicas. As formas de preparo são muitas: chás, pomadas, inalação etc. O Cerrado, segundo bioma brasileiro em área, é rico em plantas medicinais, mas existem poucos trabalhos identificando estas plantas. O presente estudo faz uma revisão bibliográfica sobre a toxicologia das plantas medicinais utilizadas no Brasil e realiza uma pesquisa exploratória qualitativa para identificar as mais comercializadas em feiras do Distrito Federal. A revisão evidenciou que as plantas medicinais podem ter ações terapêuticas e tóxicas, a depender do modo de utilização. Alguns dos efeitos adversos são queimaduras, abortos e desenvolvimento de cânceres. Sendo assim, a população deve ter cautela ao consumir estes produtos. Na pesquisa no DF, houve dificuldade em se obter os dados, não sendo possível ter uma amostra significativa. Com os resultados, observou-se que aroeira, arnica e perdiz são muito comercializadas (também listadas em estudos anteriores), sugerindo-se que podem ser umas das mais vendidas no Cerrado. Outra observação foi a escassez de informações apresentadas pelos comerciantes, o que indica indisposição em participar ou falta de conhecimento, fato este considerado grave por expor os consumidores aos riscos da má utilização do produto. Novos estudos são desejáveis a fim de se comprovar as hipóteses aqui levantadas.</description>
      <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2009-07-31T00:00:00Z</dc:date>
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